quarta-feira, 17 de outubro de 2007

Conheça a tecnologia do certificado digital

A tecnologia utilizada na certificação digital é baseada na criptografia de dados e foi desenvolvida nos últimos 30 anos. Segundo o ITI (Instituto de Tecnologia da Informação), a palavra criptografia tem origem grega e significa a arte de escrever em códigos incompreensíveis. A informação codificada é chamada de texto cifrado. O processo de codificação ou ocultação é chamado de cifragem, e o processo inverso, ou seja, obter a informação original a partir do texto cifrado, chama-se decifragem.

Cifragem e decifragem

Tanto a cifragem e quanto a decifragem são realizadas por softwares chamados de cifradores e decifradores. Um programa cifrador ou decifrador, além de receber a informação a ser cifrada ou decifrada, recebe um número chave que é utilizado para definir como o software vai se comportar. Os cifradores e decifradores se comportam de maneira diferente para cada valor da chave. Sem o conhecimento da chave correta não é possível decifrar um texto cifrado. Assim, para manter uma informação secreta, basta cifrar a informação e manter em sigilo a chave.

Simétrica ou chave-pública

Atualmente, existem dois tipos de criptografia: a simétrica e a de chave pública. A criptografia simétrica realiza a cifragem e a decifragem de uma informação por meio de algoritmos que utilizam a mesma chave, garantindo sigilo na transmissão e no armazenamento de dados. Como a mesma chave deve ser utilizada na cifragem e na decifragem, deve ser compartilhada entre quem cifra e quem decifra os dados.

O processo de compartilhar uma chave é conhecido como troca de chaves e deve ser feita de forma segura, uma vez que todos que conhecem a chave podem decifrar a informação cifrada ou mesmo reproduzir uma informação cifrada.

Os algoritmos de chave pública operam com duas chaves distintas: chave privada e chave pública. Essas chaves são geradas simultaneamente e são relacionadas entre si, o que possibilita que a operação executada por uma seja revertida pela outra. A chave privada deve ser mantida em sigilo e protegida por quem gerou as chaves. A chave pública é acessível a qualquer indivíduo que deseje se comunicar com o proprietário da chave privada correspondente.

Confidencialidade

Os algoritmos criptográficos de chave pública permitem garantir tanto a confidencialidade quanto a autenticidade das informações por eles protegidas. O emissor que deseja enviar uma informação sigilosa deve utilizar a chave pública do destinatário para cifrar a informação. Para isto é importante que o destinatário deixe à disposição a sua chave pública, utilizando, por exemplo, diretórios públicos acessíveis pela Internet.

Segundo o ITI, o sigilo é garantido, já que somente o destinatário que tem a chave privada conseguirá desfazer a operação de cifragem, ou seja, decifrar e recuperar as informações originais. Por exemplo, para Alice compartilhar uma informação de forma secreta com Beto, ela deve cifrar a informação usando a chave pública de Beto. Somente Beto pode decifrar a informação, pois só ele possui a chave privada correspondente.

Autenticidade

No processo de autenticação, as chaves são aplicadas no sentido inverso ao da confidencialidade. O autor de um documento utiliza sua chave privada para cifrá-lo de modo a garantir a autoria em um documento ou a identificação em uma transação. Esse resultado só é obtido porque a chave privada é conhecida exclusivamente por seu proprietário. Assim, se Alice cifrar uma informação com sua chave privada e enviar para Beto, ele poderá decifrar esta informação pois tem acesso à chave pública de Alice.

Além disso, qualquer pessoa poderá decifrar a informação, uma vez que todos conhecem a chave pública de Alice. Por outro lado, o fato de ser necessário o uso da chave privada de Alice para produzir o texto cifrado mostra que essa é uma operação que somente Alice tem condições de realizar.

Um certificado digital normalmente apresenta as seguintes informações:

  • Nome da pessoa ou entidade a ser associada à chave pública.
  • Período de validade do certificado
  • Chave pública
  • Nome e assinatura da entidade que assinou o certificado
  • Número de série

terça-feira, 16 de outubro de 2007

Recorde de celulares


Segundo o relatório, o Brasil possui 86 milhões de usuários de telefones celulares. Os países com mais usuários de celulares são China (393 milhões), Estados Unidos (201 milhões), Rússia (120 milhões), Japão (94 milhões), Índia (90 milhões), Alemanha (79 milhões), Itália (72 milhões), Reino Unido (61 milhões), França (48 milhões), México (47 milhões), Indonésia (46 milhões), Turquia (43 milhões), Espanha (41 milhões), Coréia do Sul (38 milhões), África do Sul (34 milhões), Filipinas (33 milhões), Polônia (29 milhões), Tailândia (27 milhões) e Taiwan (22 milhões). A popularização da telefonia celular é tão extensa, que há uma média de mais de uma linha por habitante em vinte países. Entre eles estão: Luxemburgo, Lituânia, Itália, Hong Kong, Israel, Portugal, Estônia, Cingapura, Islândia, Noruega, Reino Unido, Jamaica, Irlanda, Emirados Árabes e Dinamarca.

A UIT enfatiza que, além de mais digitalizadas e móveis, as comunicações também são cada vez "mais amplas", pois as redes aumentam sua capacidade de maneira exponencial, o que permite intercâmbios de informação mais rápidos, mais completos e em mais formatos simultâneos.

De fato, já há, em todo o mundo, 216 milhões de assinantes de linhas fixas de banda larga, e mais de 61 milhões de usuários de linhas móveis do mesmo tipo (por meio da telefonia de terceira geração). No ranking mundial de conexões fixas por banda larga, os EUA têm 49 milhões; China, 37 milhões; Japão, 22 milhões; Coréia do Sul e Alemanha, 12 milhões; Reino Unido e França, 9 milhões; Itália, 7 milhões; Canadá, 6 milhões; Espanha, 5 milhões; Taiwan e Holanda, 4 milhões; Brasil, 3 milhões; México, Austrália, Bélgica, Suécia e Suíça, 2 milhões e Hong Kong e Turquia, 1 milhão. Ao mesmo tempo, o preço da banda larga e das conexões sem fio diminuiu drasticamente em muitos países. Por isso, as tecnologias da informação e da comunicação (TIC) ocupam cada vez mais espaço na vida privada. Segundo a UIT, só durante o ano passado as TIC movimentaram US$ 3,13 trilhões, e as telecomunicações foram recordistas na geração de negócios: em hardware, foram cerca de US$ 235 bilhões anuais, ao tempo que em serviços, cerca de US$ 1,186 trilhão.

Em seguida vêm a informática (US$ 379 bilhões em hardware e US$ 741 bilhões em serviços) e a radiodifusão (US$ 294 milhões em hardware e US$ 295 milhões em serviços).

segunda-feira, 15 de outubro de 2007

Meios digitais já são mais consultados do que convencionais

GENEBRA - Os meios de comunicação digitais já são os mais utilizados pela população mundial, que dedica a eles mais horas semanais do que à televisão, ao rádio, aos jornais impressos ou ao cinema, informou neste sábado a União Internacional de Telecomunicações (UIT).

Em seu relatório "Digital Life 2006", divulgado neste sábado, a organização ligada à ONU reflete as mudanças introduzidas pela tecnologia digital no mundo todo.

Segundo os dados do documento, os menores de 18 anos dedicam aos meios digitais uma média de 14 horas semanais, enquanto reservam 12 horas para a televisão; seis para o rádio e duas para os jornais, revistas e cinema.

Entre os indivíduos na faixa etária entre 18 e 54 anos, os meios digitais absorvem 16 horas; a televisão, cerca de 13; o rádio, oito; os jornais, duas (entre pessoas de 36 a 54 anos esse tempo sobe para três horas); as revistas, outras duas; e o cinema, uma.

A única exceção são os maiores de 55 anos, que ainda dedicam 16 horas à televisão, oito para os meios digitais, sete para o rádio, cinco para os periódicos, três para as revistas e menos de uma para o cinema.

Além disso, as comunicações são progressivamente "mais móveis", já que, enquanto cerca de 125 anos se passaram para que houvesse no mundo mais de um bilhão de linhas telefônicas fixas, foram necessários apenas 21 anos para que houvesse o mesmo número de linhas de telefonia celular.

"O mais espetacular, porém, é que foram necessários apenas mais três anos para somar mais um bilhão de assinantes de linhas de telefone celular, e, em breve, esse número deve chegar aos 3 bilhões", apontou o responsável da Unidade de Política e Estratégia da UIT, Tim Kelly, na apresentação do estudo em Genebra.

domingo, 14 de outubro de 2007

Aplicativos Web 2.0

A cada dia surgem novos aplicativos a serem utilizados diretamente na Internet. A maioria deles utiliza o codinome Web 2.0 para denominar a inovação da Internet.
Dentre estes aplicativos estão: a rede de relacionamentos orkut (http://www.orkut.com), o indexador de links delicious (http://del.icio.us), o portal de vídeos youtube (http://www.youtube.com) entre outros.
Mesmo que você não trabalhe diretamente com internet já deve ter visto ou ouvido falar de alguns desses aplicativos (por exemplo o youtube, que se envolveu em uma briga judicial com a modelo Daniela Cicareli).
A grande vantagem dos aplicativos Web é poderem ser acessados de qualquer computador, ou até mesmo celulares, que tenham acesso a Internet. Alguns podem dizer que não é vantagem pois não são todos os lugares que tem acesso a internet, mas se comparados aos aplicativos “desktops” que só funcionam em uma máquina, os aplicativos Web com qualquer opção de conectividade levam vantagem.
Alguns aplicativos Web 2.0 ainda possuem recursos de integração com aplicativos “desktop” que é o caso do aplicativo que mostraremos logo abaixo.
Moneytrackin é nome de um aplicativo Web 2.0 fantástico para controle financeiro. Ele pode ser acessado através do endereço: http://moneytrackin.com/
Abaixo algumas das funcionalidades:
  • Guarde todas as suas transações (despesas/receitas) e classifique-as com tags para organizá-las melhor.
  • Mantenha-se informado da sua situação financeira numa olhada, vendo a qualquer hora para onde seu dinheiro vai
  • Controle quantas contas/projetos você desejar
  • Transações periódicas
  • Interface AJAX simples com várias melhorias na usabilidade
  • Auto-completar característica de tag nas transações
  • Acessar através de conexão segura (HTTPS)
  • Anonimato, nós respeitamos sua privacidade e não precisamos de nenhum dado pessoal para criar uma nova conta
  • Exportar dados do projeto para um arquivo CSV, pronto para impressão
  • Ferramentas completas para manter facilmente o controle dos seus dados (editar, apagar, etc.)
  • Suporte para 48 países moedas. Os valores são atualizados a cada 6 horas
  • Vários idiomas (Até agora está traduzido em 7 idiomas, inclusive Português)
  • Versão para dispositivo móvel (Celulares, PDAs, Pockets)
  • Importação de dados dos bancos ou outras fontes
Além dos recursos acima, o site Moneytrackin disponibiliza em forma de API’s as funções de acesso a seus dados, caso você queira desenvolver uma aplicação para manipular os seus dados.

sábado, 13 de outubro de 2007

Porque alguns sites dão resultados e outros não?

É cada vez maior o número de organizações insatisfeitas com o resultado de seus sites na internet. Elas parecem surpresas quando descobrem que não adianta pegar o folder da organização e colocá-lo na web como se fosse o site, ou pior ainda, desenvolver um site apenas para “mostrar” que estão na rede mundial de computadores. Outras focam apenas na questão estética (design) de suas páginas e não levam em consideração a funcionalidade e acessibilidade das informações contidas no site. Nem sempre um site desenvolvido com uma tecnologia de última geração como “em flash” (animado) atenderá as necessidades de seus clientes e muito menos lhe trará uma melhor colocação em buscadores.
Entendo que vivemos em um mundo que “aparenta girar mais rápido”, com inúmeros canais de televisão disponíveis a um clique no controle, onde é possível falar com uma pessoa do outro lado do mundo de forma totalmente gratuita através de programas como Skype ou MSN, onde o fax, que foi considerado um grande avanço tecnológico há menos de 10 anos, hoje só é vendido se estiver integrado a uma impressora, escaner ou copiadora. De fato, tudo está acontecendo muito rapidamente nos dias atuais e é preciso equilibrio para não se perder no meio de tanta informação.
Este artigo não tem como objetivo explicar o passo-a-passo para a criação de um site de sucesso, mas pretende demonstrar que um site precisa ir muito além de sua criação para que os resultados apareçam. É preciso buscar parcerias, inserir sistemas, investir em campanhas, enviar e-mail marketing, newsletters, seguir os padrões da W3C (World Wide Web Consortium), obter as estatísticas e relatórios de visitas do site, afinal é preciso entender o que está acontecendo para saber o que deverá ser aprimorado. Enfim, quem busca resultado nunca pode ficar satisfeito com o que foi desenvolvido pois sempre existe algo a ser melhorado ou novas tecnologias a serem implantadas.
Tenho me envolvido pessoalmente no desenvolvimento de vários sites para os mais diversos segmentos. Muitos funcionam como um portal de conteúdos atualizado por seus próprios colaboradores, através de um sistema administrativo, mediante a necessidades momentâneas da empresa. No que se refere a tecnologia, é preciso manter-se informado pois os avanços são constantes e cada vez mais rápidos, por exemplo, até 2006 era necessário habilitar a abertura de um pop-up (janela) ou carregar uma nova página para trazer novas informações a uma página, no entanto, uma nova tecnologia conhecida como AJAX disponibiliza um conjunto de informações dentro da mesma página, sem demora ou a necessidade de se abrir uma nova página. Trata-se de uma metodologia que reune um conjunto de linguagens de programação na aplicação de técnicas diversas. O AJAX é apenas um pequeno detalhe entre vários avanços tecnológicos que temos acompanhado e que podem fazer um grande diferença na interação entre um site e seus usuários. Algo bem recente também é a metodologia conhecida como WebStandards que utiliza tecnologias propostas pelo orgão regulamentador da internet no mundo (W3C). Além de facilitar a manutenção e futuras mudanças de design, a programação em webstandards também torna o site mais acessível permitindo que até mesmo deficientes visuais possam acessar as informações com a utilização de um software de áudio que faz a leitura do conteúdo do site. Um site estruturado desta maneira também é interpretado pelos buscadores pagos ou não (google, achei, yahoo, etc), como um site de maior relevância para sua classificação geral.
O aumento significativo da banda larga e acesso a internet até mesmo por frequências de rádios, facilitou o avanço da Rich Midia. Calma, não fique nervoso caso você nunca tenha ouvido falar neste termo pois com certeza você já viu este tipo de mídia em algum site. Rich Midia é um formato diferente de mídia que une animação com áudio, vídeo e fotografia para uma publicidade de alto impacto. É ideal para chamar atenção do público para um determinado produto, promoção, oferta pois seduz as pessoas a clicarem para saber mais informações sobre os produtos e serviços anunciados. A tecnologia utilizada para obtenção destes recursos é o programa Macromedia Flash, sendo necessária a elaboração de um roteiro completo e a produção de todo o conteúdo, similar a um comercial para a televisão.
Porque as pessoas acessam os bancos através da internet ? A resposta mais sensata seria mencionar que estas pessoas desejam visualizar ou imprimir seus extratos, pagar suas contas, efetuarem transferências, docs e tantas outras facilidades que, em um passado ainda recente, era necessário enfrentar fila no auto-atendimento ou até mesmo nos caixas destes bancos. Da mesma forma, uma empresa interessada em um site voltado para resultados, deverá se perguntar o que ela (a empresa) poderá disponibilizar em seu site a fim de facilitar a vida dos seus clientes (público alvo) ? Por exemplo, uma empresa que atua no segmento de transporte rodoviário pode passar a vender suas passagens online e facilitar a vida de seus clientes. Evidentemente que este exemplo é apenas a “ponta do iceberg” e existem muitas maneiras de facilitar o dia-a-dia de seus clientes através de um site bem planejado. As vezes é preciso investir mais tempo no planejamento de um bom site do que no desenvolvimento propriamente dito.
Esqueça aquele tipo de atitude de querer se inserir na internet solicitando um serviço a um sobrinho ou o filho de um amigo que conhece um pouco sobre o assunto. O ambiente virtual é tão sério quando o real. Exige profissionalismo e conhecimento. Dependendo do seu posicionamento diante do assunto, você pode ter um resultado positivo de bons frutos e incremento do relacionamento com o seu publico ou um resultado negativo de um prejuízo para a imagem da sua organização.
A verdade é que na internet de hoje não basta aparecer, é preciso gerar resultados. Estes resultados são frutos de muito planejamento, experimentações, pesquisas e aprimoramentos até que uma estratégia amadureça e atinja seus objetivos. Portanto, a perseverança se torna peça fundamental na busca por resultados online.

sexta-feira, 12 de outubro de 2007

Telefone pela internet

Para muitos dos usuários de Banda Larga, já é comum a utilização da telefonia pela internet. Este serviço de telefonia é feito pelos comunicadores instantâneos, que além da troca de mensagens, arquivos e outras funções, dá suporte ao bate-papo pela internet. E o melhor: de graça entre os usuários.
É possível também, fazer ligações para telefones convencionais. Mas estas ligações são tarifadas. Os valores são em média, mais baratos, entretanto a instabilidade do serviço é maior do que na telefonia tradicional.
Os maiores portais do Brasil já prestam este tipo de serviço. Veja abaixo um quadro comparativo.
Portal Taxa de adesão Pagamento Tarifa Benefícios
UOL Fone (http://fone.uol.com.br/) Não tem Cartão Pré-pago (Compra com cartões de crédito ou Boleto) R$ 0,14 para qualquer fixo dos EUA ou Brasil. R$ 0,70 para celulares do Brasil
Terra (http://voip.terra.com.br/) R$ 9,90 Cartão Pré-pago (Compra com cartões de crédito, TEF ou Boleto) R$ 0,11 para os EUA. R$ 0,15 para telefones fixos no Brasil. R$ 0,70 para celulares do Brasil 30 dias grátis para testar
IG (http://www.melig.com.br) Não tem Cartão Pré-pago (Compra com cartões de crédito ou TEF) de R$ 0,16 a R$ 0,27 para telefones fixos no Brasil. R$ 0,059 para os EUA. R$ 0,92 para celulares do Brasil
Skype (http://www.skype.com.br/) Não tem Cartão Pré-pago (Compra com cartões de crédito internacional) de R$ 0,152 para telefones fixos no Brasil. R$ 0,138 para os EUA. R$ 0,597 para celulares do Brasil Segundo o site tem 171 milhões de usuários cadastrados
A utilização destes serviços pode ser feita até mesmo com o microfone e as caixas de som. Mas antes de investir em equipamentos, verifique as compatibilidades com a operadora escolhida.

quinta-feira, 11 de outubro de 2007

Internet só é usada por um quinto dos brasileiros

Pouco mais de um quinto (21%) da população brasileira com mais de 10 anos utilizam a internet. Os números foram divulgados ontem pelo IBGE e pelo Comitê Gestor de Internet, com dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílio (PNAD) realizada em 2005. O País ocupa o quarto lugar na América Latina em porcentagem de usuários, atrás de Costa Rica, Guiana Francesa e Uruguai. No mundo, ele está em 62º.

Se comparado ao número total de pessoas que acessam a internet (32,1 milhões), o Brasil é o primeiro na América Latina e o quinto, no mundo. Leia a reportagem completa neste sábado no caderno Economia & Negócios do Estado.

Os números do IBGE mostram a dificuldade de expansão da internet em todo País causada principalmente pela baixa renda da maioria dos brasileiros. Nos Estados Unidos, por exemplo, 73% das pessoas pesquisadas (147 milhões) tem acesso a internet, segundo o instituto Pew Internet & American Life Project. Em outra pesquisa de março, foi revelado que 42% dos americanos têm banda larga
. De acordo com os dados da PNAD, no Brasil, 13,18 milhões de pessoas têm conexão rápida.

quarta-feira, 10 de outubro de 2007

Brasil é nova fronteira da internet, diz ONU

O Brasil, a China e a Índia, entre os maiores países emergentes, são a nova fronteira da internet. Estudo publicado na última quarta-feira pela Conferência da ONU para o Comércio e o Desenvolvimento, em Genebra, revela que, pela primeira vez, o crescimento da rede mundial de computadores é maior no mundo em desenvolvimento do que nos países ricos.

O Brasil conquistou a condição de economia em desenvolvimento com o maior número de endereços na internet, além de um crescimento de 186% no número de usuários desta tecnologia entre 2000 e 2003. Entre os países emergentes, o Brasil é seguido por Taiwan e México.

O estudo aponta que existiam 3,1 milhões de páginas na internet com o final .br em 2003, um aumento de 41,3% em relação ao ano anterior, o que demonstra que o brasileiro participa cada vez mais da construção da rede mundial de computadores. O Brasil ocupa a 11.ª colocação entre os países com o maior número de websites, acima da Austrália e da França.

O tipo de endereço com maior número de inscrições é o .net, com 100,7 milhões de sites, mas não está ligado a nenhuma área geográfica. No total, a ONU contabilizou 233 milhões de páginas de internet no mundo em 2003, 35,8% a mais do que em 2002.

Há 676 milhões de usuários de internet no mundo – 11,8% da população do planeta, mas o crescimento entre 2002 e 2003 foi de apenas 7,8%. A taxa é inferior aos anos do boom da internet (no final dos anos 1990 e início deste século), o que revela que a demanda nos países ricos está se estabilizando. Entre 2000 e 2001, o aumento foi de 27%.

O maior ritmo de crescimento é mesmo nos países emergentes, que contribuem para 75% do crescimento atual da rede. Em 2003, a expansão no número de usuários de internet nas economias emergentes foi de 17,6%, contra apenas 2% nas economias industrializadas. Mas a ONU alerta que o crescimento não está difundido em todos os países emergentes. Apenas cinco deles – Brasil, China, Índia, Coréia do Sul e México – representam 61% dos usuários fora do mundo desenvolvido.

Mas, mesmo no Brasil, onde a situação é melhor que nos demais países em desenvolvimento, ainda existe forte desigualdade em relação ao mundo rico. No País, 822 pessoas para cada 10 mil usam a web. Na Holanda, são 5,3 mil em cada 10 mil.

Música na web

Na avaliação da ONU, o Brasil deveria usar mais a internet para difundir sua música mundo afora. “Os músicos dos países em desenvolvimento têm muito a ganhar e pouco a perder criando estratégias para vender suas músicas online em todo o mundo”, afirma o documento da ONU.

Outra sugestão da ONU para que o Brasil tire proveito da internet é aumentar o uso da rede por pequenas e médias empresas, que poderiam economizar e incrementar sua produtividade se aderissem ao comércio eletrônico.

No caso da América Latina, o estudo comprova que 97% das companhias têm acesso à internet, mas um número quase que insignificante usa a tecnologia para comprar ou vender. A região totalizou 44 milhões de internautas e apenas em 2001 sofreu um aumento de 65%.

terça-feira, 9 de outubro de 2007

Mas por que pagar por antivírus?

Os dois principais diferenciais de softwares pagos são a possibilidade de atualização constante de banco de dados com informações de ameaças e a assistência técnica quando necessário. Por isso, optar por um antivírus pago é a opção mais garantida para aumentar a segurança da sua máquina – apesar de não protegê-la completamente de ameaças.


Para Lúcio Costa de Almeida, especialista em segurança da Symantec, que produz o Norton Antivírus, o comprometimento com a atualização constante de ameaças é uma das vantagens de adquirir um produto de segurança pago. Segundo ele, a empresa é capaz de reconhecer uma ameaça que surge na Internet e formular uma "vacina" em até quatro horas. "Somos capazes de monitorar cerca de 30% de todos os emails trocados no planeta", diz.

Eduardo Goudinho, gerente técnico da empresa de segurança virtual TrendMicro, explica que a atualização é garantida pelo fabricante, assim como a responsabilidade de buscar solução para novos problemas que apareçam. "No caso de um software gratuito, não tem com quem reclamar. Para se proteger, o usuário vai desembolsar cerca de R$ 100”, afirma.

Eduardo D´Antona, diretor-executivo da Panda do Brasil, diz que com antivírus gratuitos o usuário tem uma falsa sensação de segurança. Assim como outras empresas de segurança, a Panda oferece opções de aplicativos do tipo que podem ser utilizados gratuitamente por 30 dias. Caso o usuário se interesse em continuar a utilizar o serviço, há opções com preços e planos que variam de R$69 a R$119, para a proteção de até três máquinas. O que diferencia a opção gratuita e a paga são ferramentas como firewall, anti-spam, dispositivo de segurança para crianças e espaço online para backup.

Uma opção intermediária

No site Infected or Not, é possível fazer gratuitamente um scan online na máquina e obter um relatório na hora sobre infecção de vírus, tipo de risco e estatísticas mundiais de ameaças. Com o serviço, é possível detectar mais de dois milhões de ameaças e códigos maliciosos desconhecidos. A desvantagem é que para usar o serviço é preciso estar conectado à Web.

Na página é possível encontrar o “Index”, ou índice de infecção, que mostra a diferença percentual entre máquinas infectadas que possuem antivírus e as desprotegidas. Na verificação, é considerado como uma máquina protegida aquelas que possuem antivírus instalados, ativos e sob o prazo de cobertura do plano escolhido.

segunda-feira, 8 de outubro de 2007

Pagar por antivírus: vale a pena?

Manter o computador seguro é essencial para qualquer usuário que preza suas informações, sejam arquivos armazenados na máquina, mensagens profissionais ou até mesmo senhas de contas bancárias.

E a mesma Internet que oferece a maior parte dos riscos para usuários também torna disponível uma série de antivírus gratuitos, como anti-spywares, softwares de segurança criados pelo Windows e outros que prometem destruir e remover arquivos maléficos.
A licença para uso desses programas pode ser de três tipos diferentes: freeware, shareware ou opensource. As de freewares são de uso gratuito, não requerem pagamento e são válidas por período de tempo indeterminado.

Sharewares são programas disponíveis para uso e download por um determinado período de tempo, geralmente não mais que três meses. Depois, o usuário deve pagar uma taxa para continuar a usufruir do serviço. É uma espécie de amostra grátis. Opensource são programas de plataforma livre, que não são cobrados e contam com a colaboração de usuários para melhorias – são poucas as opções nesse quesito.

No site www.superdownloads.com.br há uma seção inteira destinada a aplicativos desse tipo. O antivírus da AVG, um freeware de 22,55 megabytes, já foi baixado mais de 8 milhões vezes e consta entre os mais populares entre os brasileiros – é o terceiro colocado entre os mais procurados no site.

Entretanto, o próprio site oficial do AVG alerta que a proteção do software gratuito é somente básica e não há nenhum serviço de suporte. Ao lado do box em que é possível encontrar o link para download sem custos, há uma versão completa do programa que custa US$53 por ano.

Para o analista de segurança de dados Marcos Velasco, o Active Virus Shield merece destaque entre as opções gratuitas. Segundo Velasco, o diferencial desse software é a capacidade de reconhecer ameaças antigas que foram "maquiadas" para atacar máquinas já protegidas. O Active Virus Shield identifica arquivos que foram criptografados ou compactados várias vezes. Entretanto, esse programa não está mais disponível para download, e a AOL oferece agora o download do McAfee Virus Scan Plus gratuitamente. A Kaspersky oferece em sua página um scan gratuito do computador.

"Além de manter sempre uma versão atualizada do antivírus, também é necessário que o usuário baixe um bom anti-spyware e tenha muito cuidado ao abrir emails desconhecidos e recados estranhos no Orkut", orienta.

domingo, 7 de outubro de 2007

Dê a volta ao mundo sem sair do seu computador

Google Earth é muito mais que um Atlas geográfico: é um compêndio de mapas e fotografias de satélite que, combinados com a potência do famoso buscador Google, permitem que você se mova por todo o planeta e visite qualquer local da Terra com absoluta liberdade.

Um simples clique é suficiente para começar a viagem: inicie seu vôo por cima das nuvens e vá de um extremo a outro do planeta em apenas alguns segundos. Então, desça suavemente sobre seu destino e aproveite a cada instante das imagens cada vez mais detalhadas.

Quando chegar ao destino, você poderá explorar a cidade, se perder entre suas ruas e visualizar os monumentos mais importantes através de um simples movimento do mouse.

Com a ajuda de seu potente buscador, Google Earth permite fazer buscas (hotéis, museus, restaurantes…) e realizar suas anotações pessoais, fazendo com que este Atlas converta-se em um guia turístico feito sob medida.

sábado, 6 de outubro de 2007

Anúncios dinâmicos do Google

O Google acaba de divulgar o seu mais novo programa de anúncios interativos. Hoje vemos alguns banners com uma certa interação, como se fosse um "joguinho", onde você tem uma certa quantidade de ações até o conteúdo final.

Mas o que o Google pretende é criar gadgets ou mini-sistemas interativos, podendo disponibilizar uma miniatura de seu site.

Com esse novo sistema, ao invés de sermos direcionados ao conteúdo em um outro site, o próprio conteúdo poderá ser exposto de uma maneira mais atrativa e dentro da página local, sem que haja qualquer tipo de "deslocamento" por parte do usuário. Tecnologias RIA poderão tornar a experiência ainda mais atraente e funcional.

Outro ponto forte é em relação às métricas e mapeamento de interação que o consumidor terá com conteúdo. Poderá ser feito um relatório detalhando quais foram as ações do usuário nesse gadget, o que acessou e quanto tempo levou. Esse tipo de processo será um grande ganho para profissionais que trabalham com Web Analytics, já que haverá um retorno preciso das interações feitas.

À tecnologias utilizadas, são JavaScript, XML, Flash, entre outras. Já está disponível o um editor próprio para a montagem do gadget

Com certeza esse formato vem pra ficar, principalmente por estar ligado ao gigante Google.

sexta-feira, 5 de outubro de 2007

Consumidores virtuais devem gastar 3% mais que em 2006 no Dia das Crianças

Os consumidores devem gastar mais em compras virtuais para o Dia das Crianças neste ano.
De acordo com a e-bit, a expectativa é de um aumento de 3% no tíquete médio, elevando os R$ 293 gastos
em 2006 para R$ 300 em 2007.

A projeção de aumento é baseada no crescimento das vendas de computadores e uso da banda larga
registrados este ano, o que, segundo o diretor geral da e-bit, Pedro Guasti, significa mais
consumidores virtuais.

Além da elevação no tíquete médio, é esperado aumento no faturamento do varejo eletrônico. As lojas
virtuais esperam crescimento de 35%, com faturamento próximo a R$ 264 milhões em comparação aos R$ 169
milhões arrecadados em 2006.

Presentes
Os eletrônicos, itens de informática, games e MP4 devem estar entre os produtos preferidos pelas
crianças. No entanto, os livros deverão ser os os mais vendidos.

A grande diferença na data comemorativa deste ano deverá ser em relação aos brinquedos, que devem
manter o mesmo número de vendas, mas perderão espaço para os presentes high-tech na cesta de compras.

De acordo com um levantamento feito pela e-bit, os CDs e DVDs, que em 2006 representaram 16% das
vendas para a data, registram tendência de queda este ano. Os livros e revistas, que tiveram 15% na
participação, devem permanecer estáveis. Eletrônicos (14%), informática (11%) e telefonia celular
(8%), apresentam tendência de alta, enquanto saúde e beleza (7%) e brinquedos (6%) devem permanecer
estáveis.

quinta-feira, 4 de outubro de 2007

Novas mídias crescerão 23% em quatro anos

A área de consultoria da IBM acaba de divulgar o relatório global "Navigating the Media Divide: Innovating and Enabling New Business Models" (Navegando pela divisão de mídias: inovando e permitindo novos modelos de negócios), que oferece uma lista de procedimentos que as empresas podem adotar para enfrentar pelo conflito que ameaça as empresas tradicionais de geração e distribuição de conteúdo. A IBM chama este conflito de "divisão de mídias".

Para examinar a tensão inerente entre a mídia tradicional e as novas mídias, e explorar cenários futuros do setor, a IBM conduziu um estudo abrangente que incluiu entrevistas com líderes de empresas de mídia, telecomunicações e provedores de internet e uma análise detalhada dos fatores que estão moldando a perspectiva do setor. O relatório da IBM mostra que novas formas de mídia crescerão a uma taxa anual de 23% nos próximos quatro anos, quase cinco vezes a das empresas de mídia tradicionais. O relatório também estima que a indústria da música deve perder entre US$ 90 e US$ 160 bilhões em sua transição para conteúdo digital e informa que as implicações futuras serão ainda maiores para a televisão e filmes se as companhias não navegarem sistematicamente pelas divisões de mídias.

"O atual embate entre a mídia tradicional e as novas mídias alcançou um patamar bastante alto. Os responsáveis pelo segmento de mercado estão respondendo, mas talvez não suficientemente rápido ou completamente", diz Manzar Feres, líder do setor de Comunicações da IBM Brasil e América Latina. "Agora é a hora de determinar mudanças nos modelos de negócio, inovar e reavaliar as parcerias de negócio. Os donos de conteúdo e distribuidores de mídia têm que entrar em ação antes que seja tarde demais."

A IBM vê um claro delineamento entre os antigos e novos mundos da mídia. No mundo tradicional, o conteúdo produzido por profissionais e distribuído por plataformas proprietárias ainda domina. Mas no mundo novo, freqüentemente o conteúdo é criado pelo usuário e acessado através de plataformas abertas. Estas tendências polarizadas determinam um conflito claro entre as empresas que estão hoje no mercado e os novos concorrentes. Um segundo conflito está surgindo entre as empresas existentes, entre donos de conteúdo tradicionais (estúdios, editores de jogos e gravadoras) e distribuidores de mídia (afiliadas de emissoras de televisão, varejistas, exibidores de filmes, provedores de comunicação via satélite e via cabo). Esta divisão das mídias está colocando parceiro contra parceiro em uma luta para ver quem cresce mais.

Como resultado, a IBM publicou dez recomendações específicas projetadas para ajudar as empresas a enfrentarem o desafio imediato de reinvenção para o mundo das novas mídias. São elas:

1) Coloque o consumidor no centro do seu negócio (e até no conselho da empresa);

2) Converta as informações dos consumidores em vantagem competitiva;

3) Dê oportunidades para o consumidor desenvolver novas ferramentas e idéias para seu produto;

4) Ofereça experiências e não só conteúdo;

5) Expanda a marca da sua empresa para o mundo virtual;

6) Inove radicalmente seu modelo de negócio por meio de parcerias de negócio, e até mesmo, através de aquisições;

7) Invista em anúncios publicitários interativos e mensuráveis;

8) Redefina suas parcerias e minimize o impacto dessa decisão junto aos seus canais;

9) Mude o investimento de sua empresa do tradicional para o novo modelo de negócios e;

10) Desenhe um modelo flexível de negócios que possa mudar facilmente conforme as necessidades do consumidor.

Resumindo, as recomendações orientam as empresas de entretenimento e telecomunicações a praticar Inovação para Consumidores; Inovação em Modelos de Negócio; e Infra-estrutura Empresarial Flexível.

A IBM realizou entrevistas com mais de 75 altos executivos de mídia, analistas do setor, economistas e visionários de tecnologia, e também trabalhou com a Economist Intelligence Unit para pesquisar outros 125 executivos de empresas de mídia, portais de Internet e de telecomunicações.

quarta-feira, 3 de outubro de 2007

Internautas clicam em anúncio que promete infectá-los

Em um experimento realizado pelo pesquisador de segurança Didier
Stevens, internautas clicaram em um anúncio que prometia infectá-los. De
acordo com Stevens, seu anúncio, veiculado por meio do Google AdWords,
foi exibido 259 723 vezes e teve 409 cliques durante um período de 6
meses. Cada clique no anúncio custou apenas seis centavos de dólar
(R$0,12) para Stevens.

*Reprodução*

O anúncio, reproduzido ao lado, possui o texto “Seu computador está sem
vírus? Infecte-o aqui!” Stevens também utilizou um domínio “.info” para
acompanhar o anúncio, já que domínios com esta terminação costumam ser
usados por criminosos digitais.

A página exibida aos internautas que clicaram no anúncio mostra apenas
uma mensagem agradecendo a visita e não tenta infectar o sistema de modo
algum. 98% dos usuários que clicaram no anúncio usavam Windows.

Stevens decidiu publicar os resultados de seu experimento porque a
companhia de segurança Exploit Prevention Labs revelou, no final de
abril, que o AdWords estava sendo usado para veicular assuntos
maliciosos. A empresa fez um vídeo demonstrando como um usuário pode se
infectar clicando em um anúncio publicitário malicioso.

Apesar de sua campanha já estar circulando há 6 meses, Stevens diz que
não recebeu nenhuma reclamação do Google até agora. O pesquisador
revelou as informações sobre o experimento em seu blog.

Criminosos brasileiros tentaram espalhar ladrões de senha por meio do
AdWords já em janeiro de 2006, quando um arquivo chamado sexogratis.scr
foi veiculado no AdWords.

terça-feira, 2 de outubro de 2007

Mais de 53 milhões de pessoas no Japão acessam internet no celular


Um total de 53,6 milhões de pessoas no Japão usa os celulares para acessar a internet, de acordo com pesquisa realizada pela comScore. O levantamento mostra que o número é bem próximo do total de PCs ligados à rede existentes no país: 53,7 milhões. O tempo médio gasto com a internet em dispositivos móveis é de 8,1 horas mensais, contra 18,9 horas por mês nos PCs. Atividades A pesquisa, que envolveu 3.100 pessoas do país com mais de 15 anos de idade, apresentou ainda um ranking com as principais atividades realizadas na internet móvel. Confira: Atividade % Leitura de e-mails 75 Acesso a notícias 52 Sites de busca 51 Games 39 Blogs 38

segunda-feira, 1 de outubro de 2007

Número de internautas residenciais no Brasil atinge a marca de 19,3 milhões

Cada vez mais brasileiros têm acesso residencial à internet, apontam dados do Ibope
NetRatings. No mês de agosto, o Brasil atingiu um novo recorde no número de pessoas que utilizaram a
rede em suas residências: 19,3 milhões. Em relação ao mês passado, o aumento foi 4,2%.

Segundo o estudo, o tempo médio de navegação residencial por internauta brasileiro foi de 23h28min, 2
minutos a menos do que em julho.

Pessoas com acesso e categorias
Ainda de acordo com o Ibope, em agosto, o total de brasileiros com acesso residencial à internet
também atingiu seu maior patamar, totalizando 30,1 milhões de pessoas.

As categorias com melhor desempenho por número de usuários em agosto, comparando com julho, foram "
Automotivo", com crescimento de 10,3%, atingindo 3,1 milhões de internautas; "Governo e Empresas sem
fins Lucrativos", que teve a visita de 9,3 milhões de pessoas e 9% de aumento; "Educação e Carreira",
com 9,8 milhões de usuários únicos e crescimento de 8,9%.

Enquanto a internet residencial cresceu 41,5% em número de usuários no último ano, algumas categorias
cresceram muito mais: "Casa e Moda" (88%), "Automotivo" (79%), " Viagens e Turismo" (65%), "Família e
Estilo de Vida" (52,2%) e "Educação e Carreira" (50,5%).

Por tempo de uso, uma categoria se destacou muito: "Entretenimento", que aumentou seu consumo em 53%
neste quesito.

Líderes mundiais
Completam a lista dos cinco países com maior tempo de navegação por pessoa no domicílio: Estados
Unidos (20h), Alemanha (18h14min), Japão (17h59min) e Austrália (17h44min).

sábado, 29 de setembro de 2007

Processadores de Três Núcleos da AMD

A AMD anunciou que incluirá em seu cronograma de lançamento o processador de três núcleos Phenom, com previsão de chegar ao mercado no primeiro trimestre de 2008. Os novos processador Phenom de três núcleos (codinome Toliman) serão baseados na microarquitetura K10 e terão barramento HyperTransport 3.0, 512 KB de cache de memória L2 por núcleo e um cache L3 compartilhado cujo valor não foi divulgado. Tudo indica que o Phenom de três núcleos é um processador de quatro núcleos com um deles desabilitado.

sexta-feira, 28 de setembro de 2007

À espera da TV digital


Publicitários e anunciantes se preparam para o novo formato de televisão no Brasil - com suas vantagens e riscos.

O próximo dia 2 de dezembro foi programado para ser um marco na história da TV brasileira. É quando se inaugura oficialmente a televisão digital no Brasil. A partir desse dia, os recursos de alta definição e interatividade da nova tecnologia estarão disponíveis para os moradores de São Paulo, cidade que concentra 12% dos televisores do país. A maior parte da população - que precisará ter um aparelho adaptador cujo custo está estimado em cerca de 800 reais - pouco ou nada vai notar de imediato. Mas, nos bastidores das emissoras, da indústria e principalmente do mercado publicitário, as mudanças são mais uma etapa de uma longa corrida de obstáculos para ver quem chega primeiro e de forma mais eficaz ao telespectador de uma nova mídia. Em jogo está um desafio tão ou mais difícil do que o enfrentado pela publicidade com a internet no fim da década de 90: fazer dinheiro num mercado novo e fragmentado.

As cifras envolvidas são gigantescas e ainda difíceis de estimar com precisão. Estudos do Centro de Pesquisa e Desenvolvimento em Telecomunicações (CPqD) encomendados pelo governo federal estimam que só as emissoras de TV deverão investir 5,5 bilhões de reais em equipamentos nos primeiros cinco anos da mudança. Todos os grandes fabricantes de eletroeletrônicos, por sua vez, começam a vender a partir de dezembro um adaptador para conectar as TVs ao novo sinal, o set-top box. Serão pelo menos 50 milhões de aparelhinhos até 2016 - um mercado emergente de pelo menos 125 bilhões de reais. Sem falar na troca progressiva de televisores e nos novos aparelhos que surgirão em decorrência da tecnologia, criando um mundo tão rico em oportunidades quanto em riscos para o mercado publicitário.

Entre os aparelhos eletrônicos que surgiram a reboque da TV digital no exterior - e são um sucesso - está o gravador digital de vídeo (DVR, na sigla em inglês), que permite ao espectador armazenar o conteúdo transmitido ao vivo para assistir quando quiser. Um dos recursos do dispositivo é "pular" os comerciais, o que tem provocado calafrios nos publicitários. Por enquanto, no Brasil, o DVR está disponível apenas para usuários de TV a cabo digital ou por satélite dispostos a pagar cerca de 1 000 reais pelo apetrecho, mas a tendência é que o equipamento se popularize com a disseminação da TV digital. Quando isso acontecer, a publicidade brasileira deverá estar preparada para um desafio poderoso. Nos Estados Unidos, estudos da Nielsen Media Research mostram que os usuários do DVR não assistem a 60% da publicidade em programas gravados. Não há evidências de que no Brasil será diferente. A operadora Sky constatou que 41% dos usuários do DVR não vêem comerciais.

Os publicitários já descobriram qual a primeira e mais óbvia alternativa para driblar essa espécie de fuga de telespectadores: incluir mais e mais merchandising na programação. O problema será fazer isso de forma que não irrite o consumidor. Para Angelo Frazão, vice-presidente de mídia da agência McCann Erickson, a tendência é replicar experiências como a do filme Náufrago, estrelado por Tom Hanks e repleto de inserções de merchandising que se misturam com a história. "Para poder ocupar mais espaço, esse tipo de inserção terá de ficar mais refinada na programação brasileira", diz Frazão. Outro modelo de inserção avaliado pelos publicitários são comerciais interativos, como o que a rede de fast food KFC veiculou no ano passado nos Estados Unidos, para promover um novo sanduíche. Visto em ritmo lento, o anúncio fornecia uma senha para que o consumidor acessasse com o controle remoto da TV o site do KFC e ganhasse o tal sanduíche grátis nas lojas da rede. Além de ter virado uma febre na internet, com os usuários trocando senhas entre si, o anúncio gerou polêmica entre as redes de TV - uma delas recusou-se a veiculá-lo e acusou o KFC de fazer propaganda subliminar. No Brasil, ficou famosa uma campanha interativa criada para o Mitsubishi Pajero veiculada em 2004 pela operadora Sky. O comercial permitia ao espectador navegar pelo filme com o uso do controle remoto como num site para conhecer os detalhes do carro. Os interessados recebiam depois um material promocional da Mitsubishi por mala direta.

O fato é que ainda há muito mais experimentação nessa área do que certezas - seja no Brasil, seja no resto do mundo. "Ter anúncios interativos não garante que todos os telespectadores estarão dispostos a interagir", diz Alexandre Gama, presidente da Neogama/BBH, responsável pelo anúncio da Mitsubishi. Depois dele, a Neogama/BBH não produziu nenhum outro filme nesses padrões. O argumento é que tais campanhas ainda atendem um público limitadíssimo. "Mas é uma tendência que inevitavelmente deverá vingar no futuro e para a qual precisamos estar preparados", diz Gama. Há três meses, a AgênciaClick, maior criadora de publicidade para internet no Brasil, instalou em sua sede em São Paulo um laboratório de pilotos de filmes interativos para clientes, produzindo e testando novos softwares para interatividade na TV. "A hora de aprender é agora, e é claro que isso tem custos", diz Abel Reis, sócio da Click. A agência já investiu 100 000 dólares no laboratório, que por enquanto é usado basicamente para testes. O mercado de publicidade brasileiro, que já passa por um momento de transformação, deve ficar ainda mais agitado com a estréia da TV digital.

O impacto na publicidade

Como a tecnologia digital afetará as propagandas na televisão

INTERATIVIDADE: Os espectadores poderão usar o controle remoto para “navegar” no comercial. Os publicitários deverão levar em conta essa particularidade no processo de produção dos anúncios e do conteúdo extra

SELETIVIDADE: A televisão digital favorecerá o uso de gravadores digitais de vídeo (DVRs), muito populares nos Estados Unidos.Assistindo apenas àquilo que quiser, no horário que quiser, o espectador poderá “pular” comerciais indesejados

QUALIDADE: As produtoras de filmes publicitários terão de investir em novos equipamentos de filmagem e iluminação em decorrência do aumento da qualidade das transmissões. Isso deve aumentar os custos de produção de comerciais

quinta-feira, 27 de setembro de 2007

Preço cai e assinaturas de internet banda larga crescem

O número de pessoas conectadas à banda larga no Brasil cresceu 8%, no segundo trimestre de
2007, em relação aos três primeiros meses do ano. De acordo com a sexta edição do Barômetro Cisco de
Banda Larga, divulgada na última semana, o aumento representa 493 mil novos consumidores de internet
em alta velocidade no período.

Para o presidente da Cisco do Brasil, Pedro Ripper, o crescimente acontece em razão da competitividade
e da queda de preços no segmento.

Apresentou maior expansão de mercado a faixa de velocidade superior a 1 Mbps, que registrou queda de
30,3% nos preços e atingiu 25,9% de participação. Já a faixa entre 128 Kbps e 256 kbps, teve redução
de 12,4% nos preços, chegando à representatividade de 13,5%.

Crescimento
Para Ripper, o aumento no número de assinaturas e a queda nos preços mostram que as operadoras estão
oferecendo mais banda com valores menores, para clientes que exigem mais velocidade, o que incentiva a
migração para o patamar acima do 1 Mbps.

No entanto, o presidente afirma que as empresas passaram também a oferecer pacotes mais baratos,
visando às classes C e D, que são sensíveis a preço e optam por pacotes com custos e velocidades
menores.

Nos últimos 12 meses (junho de 2006 a junho de 2007), o Brasil registrou 1,733 milhão de novas
assinaturas. O segmento projeta ter, em 2010, 10 milhões de conexões em alta velocidade, embora o
presidente da Cisco já considere aumentar a meta para 2010 para algo em torno de 12 a 13 milhões

quarta-feira, 26 de setembro de 2007

Hotel: diferença de preço da diária no balcão e na internet pode chegar

O setor hoteleiro está, cada vez mais, investindo em ações para que seus hóspedes utilizem
a internet na hora de comprar pacotes, diárias ou mesmo reservar um quarto para hospedagem. A
afirmação foi feita pelo gerente de fidelização do grupo Accor, Hebert Albrecht, durante evento
realizado pela e-bit na quarta-feira (12).

Com isso quem lucra é o consumidor, que nos hotéis da rede Accor pode ter desconto de até 53,43% nas
diárias adquiridas pela internet. "As ações visam a fidelização do cliente e por isso oferecem
inúmeras vantagens como descontos, garantia na disponibilidade do quarto, entre outras coisas",
garante o gerente.

Tais incentivos têm surtido resultados. Enquanto em 2001 as vendas pelos site totalizaram 46.840
diárias, só no 1º semestre de 2007, esse número subiu para 195.343.

Benefícios
Para se ter uma idéia, a rede de hotéis Mercure oferece bons descontos para quem compra as estadias
pela rede. No Mercure Saint Germain, nos Jardins, em São Paulo, o preço da diária no balcão é de R$
168, enquanto na internet custa R$ 123, o que possibilita uma economia de 26,79%.

No Mercure Times Square, em Moema, a economia é de 33,83%. No balcão a diária para sábado é de R$ 201,
e na internet, R$ 133.

Mas a maior diferença (53,43%) de preços ocorre no Mercure Grand Hotel Ibirapuera, onde o preço da
diária no balcão é de R$ 480 (mais R$ 28 do café-da-manhã) e na internet custa R$ 190, com o café
incluso.

Hotel: diferença de preço da diária no balcão e na internet pode chegar

O setor hoteleiro está, cada vez mais, investindo em ações para que seus hóspedes utilizem
a internet na hora de comprar pacotes, diárias ou mesmo reservar um quarto para hospedagem. A
afirmação foi feita pelo gerente de fidelização do grupo Accor, Hebert Albrecht, durante evento
realizado pela e-bit na quarta-feira (12).

Com isso quem lucra é o consumidor, que nos hotéis da rede Accor pode ter desconto de até 53,43% nas
diárias adquiridas pela internet. "As ações visam a fidelização do cliente e por isso oferecem
inúmeras vantagens como descontos, garantia na disponibilidade do quarto, entre outras coisas",
garante o gerente.

Tais incentivos têm surtido resultados. Enquanto em 2001 as vendas pelos site totalizaram 46.840
diárias, só no 1º semestre de 2007, esse número subiu para 195.343.

Benefícios
Para se ter uma idéia, a rede de hotéis Mercure oferece bons descontos para quem compra as estadias
pela rede. No Mercure Saint Germain, nos Jardins, em São Paulo, o preço da diária no balcão é de R$
168, enquanto na internet custa R$ 123, o que possibilita uma economia de 26,79%.

No Mercure Times Square, em Moema, a economia é de 33,83%. No balcão a diária para sábado é de R$ 201,
e na internet, R$ 133.

Mas a maior diferença (53,43%) de preços ocorre no Mercure Grand Hotel Ibirapuera, onde o preço da
diária no balcão é de R$ 480 (mais R$ 28 do café-da-manhã) e na internet custa R$ 190, com o café
incluso.

terça-feira, 25 de setembro de 2007

Brasileiros gastam 5,9 horas por semana em sites pessoais durante

A terceira edição da pesquisa Web@Work América Latina, realizada pela Websense, revelou
que os brasileiros gastam 5,9 horas semanais (71 minutos por dia) navegando em sites pessoais durante
o expediente de trabalho.
O número representa um aumento considerável, quando comparado aos resultados dos anos anteriores. Em
2006, a média semanal de horas era de 4,7 horas semanais, enquanto em 2005, os funcionários passavam
2,1 horas semanais em sites pessoais.
No entanto, os resultados mostram que os funcionários passam menos tempo em sites não profissionais do
que os gerentes de TI imaginam. Quando questinados quanto tempo eles acreditavam que os funcionários
gastam por semana em sites não relacionados ao trabalho, a resposta foi 7,6 horas.

Navegação pessoal
Quando avaliados quais são os sites que mais distraem os trabalhadores de seus serviços, os Internet
bankings ficaram em primeiro lugar, com 76%, aumento de 20 pontos percentuais em relação ao ano
passado, quando foram indicados por 56% das pessoas.
Em segundo lugar, ficaram os sites de notícias, com 40% dos acessos, 34 pontos percentuais a menos do
que o registrado em 2006 (74%).
Esses dois tipos de sites foram seguidos pelos e-mails pessoais, com 32%, os blogs (14%) e programas
para ligações telefônicas via internet (14%).
Já os instant messengers são usados por 8% dos trabalhadores brasileiros para se comunicar com os
amigos, durante o horário de trabalho.

Demissões
Quando questionados quais atitudes envolvendo a internet poderiam resultar em demissão, 56% dos
gerentes de TI acreditam que o acesso a material impróprio pode fazer com que eles sejam mandados
embora, opinião compartilhada por 44% dos funcionários brasileiros.
O mesmo percentual, 44% dos funcionários, disse crer que seria demitido se fosse pego fazendo download
de música, vídeos ou software.
Já 30% disseram que seriam mandados embora se colaborassem com o vazamento de informações importantes
sobre a empresa e 28%, se permitirem que a rede seja infectada por spyware ou vírus.

Internet ajuda a divulgar trabalhos: chance de visibilidade profissional

Por: Flávia Furlan Nunes
14/09/07 - 13h55
InfoMoney

SÃO PAULO - Quem acabou de terminar a faculdade ou um curso de mestrado ou doutorado provavelmente teve de fazer um trabalho de conclusão. Depois de muita pesquisa, dedicação e dinheiro gasto, no entanto, eles acabam encostados na prateleira.

Mas é possível reaproveitá-los para dar uma guinada em sua carreira. Isto porque estes trabalhos podem virar livro. Com uma tese a defender ou apenas ao mostrar um ponto de vista sobre uma história, estes trabalhos viram obras de arte.

Divulgue
Para que eles ganhem mais visibilidade, existem sites na internet que são usados realmente para a divulgação destes trabalhos. Um exemplo é o DivulgaLivros.org, que, apesar do nome, abriga dissertações e teses de todo o país.

Neste caso, para ter o trabalho exposto, o interessado precisa pagar uma quantia de R$ 10, o que é barato, se for levar em consideração quanto custa fazer a divulgação em editoras, além da locomoção até elas.

Carreira em alta
Com mais divulgação e com um livro lançado, o profissional ganha mais espaço no mercado de trabalho. Imagine sair da faculdade com seu trabalho nas livrarias. O importante apenas é ter muita calma, porque o processo é longo, mas vale a pena.

A publicação pode ser usada para que você faça seu marketing pessoal nas entrevistas. Fale da experiência e como amadureceu com ela. As empresas ficarão mais interessadas em alguém que, além de engenheiro ou médico, tem outras habilidades, como a de escritor.

segunda-feira, 24 de setembro de 2007

Ciesp: 83% das pessoas declaram nunca comprar pela internet

Por: Giovanna Rodrigues
20/09/07 - 15h52
InfoMoney

SÃO PAULO - A grande maioria (83%) dos brasileiros afirma que nunca compra pela internet, contra 12% que dizem que o fazem às vezes e 5% que compram sempre, de acordo com a pesquisa Pulso Brasil, divulgada pelo Centro das Indústrias do Estado de São Paulo (Ciesp) nesta quinta-feira (20).

O levantamento é realizado mensalmente pelo Instituto Ipsos com 1.000 pessoas de 9 regiões metropolitanas do País, sendo que esta edição foi feita entre os dias 22 e 31 de agosto.

Classe DE nunca comprou
Nos entrevistados da classe DE, nenhum afirmou realizar compras pela internet. Já na classe C, 85% disseram nunca ter feito, 9% responderam que sempre fazem aquisições dessa maneira e 6%, às vezes.

Por outro lado, 17% das pessoas da classe AB apontaram que compram pela internet às vezes, 3% sempre e 80% nunca.

Análise regional
No Nordeste, a pesquisa mostra que existe o menor percentual de pessoas que nunca compram pela internet, 66%. No Sul este valor é de 77%, de 82% no Norte/Centro-Oeste e 85% no Sudeste. Já os que sempre compram são 5% no Norte/Centro-Oeste, 7% no Sudeste e zero nas demais regiões.

Também no Nordeste está o maior percentual de entrevistados que fazem aquisições pela internet às vezes (34%), contra 23% no Sul, 13% no Norte/Centro-Oeste e 8% no Sudeste.

Acesso
No geral, apenas 11% dos brasileiros possuem acesso à internet em casa, sendo que este percentual é de 44% entre a classe AB e de 15% no Sudeste. Entre os que têm internet em casa, 63% acessam por meio de banda larga, com destaque para a classe AB (71%) e Nordeste (68%).

domingo, 23 de setembro de 2007

Saiba tudo sobre o novo Windows Vista!


Depois de cinco anos de espera, a Microsoft lança o seu mais novo sistema operacional: Windows Vista. Sucessor do XP, o novo SO abusa do poder gráfico e, portanto, está recheado de efeitos, inovações visuais, design caprichado, além de muitas novidades.

A Equipe Baixaki testou o novo sistema operacional desde suas primeiras versões Beta, agora apresenta suas conclusões e explica, de forma resumida e objetiva, suas principais funcionalidades, qualidades e desvantagens.

Conheça todas as versões, preços, especificações, configurações e características gerais das novas ferramentas e novidades do Vista. Em seguida, apresentaremos as nossas expectativas e analisaremos se vale a pena atualizá-lo.

  • O tempo de instalação do Windows Vista é em média 2 minutos maior do que o tempo levado pelo Windows XP, sendo que o Vista é 4 vezes maior em tamanho.

  • O Windows Vista demora aproximadamente 18 segundos a mais para ser carregado do que o Windows XP.

  • O Windows Vista teve 61 versões de teste, divididas em 14 seqüências de grandes correções. Entre essas, as únicas lançadas ao grande público foram a Beta 2 e a RC1.

  • A versão Ultimate é a mais completa, oferecendo tanto recursos da versão corporativa quanto das pessoais.

  • O Vista, em suas versões domésticas e na Ultimate, oferece um criador de DVDs que divide cenas, além de habilitar a produção de menus animados. Porém, não é possível salvar projetos no micro, é preciso gravar diretamente no disco de DVD.

  • A Microsoft tentou desenvolver um novo sistema de arquivos, batizado de “WinFS”, que acabou ficando para as próximas versões.

  • O Windows Vista já tem um sucessor: Windows Seven (antigamente chamado pelos codinomes Blackcomb ou Vienna). Este novo Windows possuirá vários recursos que ficaram de fora do Vista.

  • O Windows Vista é o sistema operacional mais pesado graficamente já feito.

  • O primeiro nome do Vista era Longhorn. Atualmente, cogita-se que uma versão para servidor do Vista está sendo desenvolvida com este nome.

  • O nome Windows Vista demorou 8 meses para ser formulado. A Microsoft queria algo que exaltasse clareza e beleza

quinta-feira, 20 de setembro de 2007

Criminosos investem em domínios para espalhar malware


Um novo comportamento está ficando cada vez mais comum entre os criminosos digitais brasileiros: a compra de falsos domínios para enganar os usuários e espalhar malware.

O objetivo por trás do uso de um destes domínios é claro: fazer com que a URL do site falso seja parecida ao máximo com a de um site legítimo.

Antes de utilizar domínios personalizados, criminosos hospedavam seus arquivos maliciosos em serviços de hospedagem gratuita, tanto no Brasil como no exterior. Um dos serviços mais usados para esse fim é o site de hospedagem gratuita Pochta.ru, localizado na Rússia. Apesar da localização, a equipe do provedor russo responde rapidamente quando informada sobre abusos de seu serviço e derruba os sites maliciosos.

Com a tática mais recente, o website falso usa um endereço personalizado e parecido com o de sites conhecidos e legítimos. O arquivo é também mais difícil de retirar do ar porque muitas empresas de registro de domínio — ao contrário de serviços de hospedagem — demoram para retirar um domínio do ar, mesmo que a intenção maliciosa por trás dele seja clara. Mesmo que a hospedagem seja informada sobre o abuso, criminosos sempre podem contratar outra empresa de hospedagem para continuar usando o mesmo domínio se este não for desativado pela empresa de registro.

Abaixo você confere uma lista contendo domínios que foram criados exclusivamente para espalhar malware. Para sua segurança, não acesse os endereços citados abaixo, pois alguns ainda estão no ar.

  • cartoesuol.org
  • download.cartoes-legais.com
  • amigo-orkut.com
  • suportetam.com
  • youstube.com.br
  • viv0.com
  • timbrasii.com
  • terra-radio.net
  • radio-terra.org
  • timfotomensagem.com.br
  • notificacaoorkut.com.br
 
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