quarta-feira, 17 de outubro de 2007

Conheça a tecnologia do certificado digital

A tecnologia utilizada na certificação digital é baseada na criptografia de dados e foi desenvolvida nos últimos 30 anos. Segundo o ITI (Instituto de Tecnologia da Informação), a palavra criptografia tem origem grega e significa a arte de escrever em códigos incompreensíveis. A informação codificada é chamada de texto cifrado. O processo de codificação ou ocultação é chamado de cifragem, e o processo inverso, ou seja, obter a informação original a partir do texto cifrado, chama-se decifragem.

Cifragem e decifragem

Tanto a cifragem e quanto a decifragem são realizadas por softwares chamados de cifradores e decifradores. Um programa cifrador ou decifrador, além de receber a informação a ser cifrada ou decifrada, recebe um número chave que é utilizado para definir como o software vai se comportar. Os cifradores e decifradores se comportam de maneira diferente para cada valor da chave. Sem o conhecimento da chave correta não é possível decifrar um texto cifrado. Assim, para manter uma informação secreta, basta cifrar a informação e manter em sigilo a chave.

Simétrica ou chave-pública

Atualmente, existem dois tipos de criptografia: a simétrica e a de chave pública. A criptografia simétrica realiza a cifragem e a decifragem de uma informação por meio de algoritmos que utilizam a mesma chave, garantindo sigilo na transmissão e no armazenamento de dados. Como a mesma chave deve ser utilizada na cifragem e na decifragem, deve ser compartilhada entre quem cifra e quem decifra os dados.

O processo de compartilhar uma chave é conhecido como troca de chaves e deve ser feita de forma segura, uma vez que todos que conhecem a chave podem decifrar a informação cifrada ou mesmo reproduzir uma informação cifrada.

Os algoritmos de chave pública operam com duas chaves distintas: chave privada e chave pública. Essas chaves são geradas simultaneamente e são relacionadas entre si, o que possibilita que a operação executada por uma seja revertida pela outra. A chave privada deve ser mantida em sigilo e protegida por quem gerou as chaves. A chave pública é acessível a qualquer indivíduo que deseje se comunicar com o proprietário da chave privada correspondente.

Confidencialidade

Os algoritmos criptográficos de chave pública permitem garantir tanto a confidencialidade quanto a autenticidade das informações por eles protegidas. O emissor que deseja enviar uma informação sigilosa deve utilizar a chave pública do destinatário para cifrar a informação. Para isto é importante que o destinatário deixe à disposição a sua chave pública, utilizando, por exemplo, diretórios públicos acessíveis pela Internet.

Segundo o ITI, o sigilo é garantido, já que somente o destinatário que tem a chave privada conseguirá desfazer a operação de cifragem, ou seja, decifrar e recuperar as informações originais. Por exemplo, para Alice compartilhar uma informação de forma secreta com Beto, ela deve cifrar a informação usando a chave pública de Beto. Somente Beto pode decifrar a informação, pois só ele possui a chave privada correspondente.

Autenticidade

No processo de autenticação, as chaves são aplicadas no sentido inverso ao da confidencialidade. O autor de um documento utiliza sua chave privada para cifrá-lo de modo a garantir a autoria em um documento ou a identificação em uma transação. Esse resultado só é obtido porque a chave privada é conhecida exclusivamente por seu proprietário. Assim, se Alice cifrar uma informação com sua chave privada e enviar para Beto, ele poderá decifrar esta informação pois tem acesso à chave pública de Alice.

Além disso, qualquer pessoa poderá decifrar a informação, uma vez que todos conhecem a chave pública de Alice. Por outro lado, o fato de ser necessário o uso da chave privada de Alice para produzir o texto cifrado mostra que essa é uma operação que somente Alice tem condições de realizar.

Um certificado digital normalmente apresenta as seguintes informações:

  • Nome da pessoa ou entidade a ser associada à chave pública.
  • Período de validade do certificado
  • Chave pública
  • Nome e assinatura da entidade que assinou o certificado
  • Número de série

terça-feira, 16 de outubro de 2007

Recorde de celulares


Segundo o relatório, o Brasil possui 86 milhões de usuários de telefones celulares. Os países com mais usuários de celulares são China (393 milhões), Estados Unidos (201 milhões), Rússia (120 milhões), Japão (94 milhões), Índia (90 milhões), Alemanha (79 milhões), Itália (72 milhões), Reino Unido (61 milhões), França (48 milhões), México (47 milhões), Indonésia (46 milhões), Turquia (43 milhões), Espanha (41 milhões), Coréia do Sul (38 milhões), África do Sul (34 milhões), Filipinas (33 milhões), Polônia (29 milhões), Tailândia (27 milhões) e Taiwan (22 milhões). A popularização da telefonia celular é tão extensa, que há uma média de mais de uma linha por habitante em vinte países. Entre eles estão: Luxemburgo, Lituânia, Itália, Hong Kong, Israel, Portugal, Estônia, Cingapura, Islândia, Noruega, Reino Unido, Jamaica, Irlanda, Emirados Árabes e Dinamarca.

A UIT enfatiza que, além de mais digitalizadas e móveis, as comunicações também são cada vez "mais amplas", pois as redes aumentam sua capacidade de maneira exponencial, o que permite intercâmbios de informação mais rápidos, mais completos e em mais formatos simultâneos.

De fato, já há, em todo o mundo, 216 milhões de assinantes de linhas fixas de banda larga, e mais de 61 milhões de usuários de linhas móveis do mesmo tipo (por meio da telefonia de terceira geração). No ranking mundial de conexões fixas por banda larga, os EUA têm 49 milhões; China, 37 milhões; Japão, 22 milhões; Coréia do Sul e Alemanha, 12 milhões; Reino Unido e França, 9 milhões; Itália, 7 milhões; Canadá, 6 milhões; Espanha, 5 milhões; Taiwan e Holanda, 4 milhões; Brasil, 3 milhões; México, Austrália, Bélgica, Suécia e Suíça, 2 milhões e Hong Kong e Turquia, 1 milhão. Ao mesmo tempo, o preço da banda larga e das conexões sem fio diminuiu drasticamente em muitos países. Por isso, as tecnologias da informação e da comunicação (TIC) ocupam cada vez mais espaço na vida privada. Segundo a UIT, só durante o ano passado as TIC movimentaram US$ 3,13 trilhões, e as telecomunicações foram recordistas na geração de negócios: em hardware, foram cerca de US$ 235 bilhões anuais, ao tempo que em serviços, cerca de US$ 1,186 trilhão.

Em seguida vêm a informática (US$ 379 bilhões em hardware e US$ 741 bilhões em serviços) e a radiodifusão (US$ 294 milhões em hardware e US$ 295 milhões em serviços).

segunda-feira, 15 de outubro de 2007

Meios digitais já são mais consultados do que convencionais

GENEBRA - Os meios de comunicação digitais já são os mais utilizados pela população mundial, que dedica a eles mais horas semanais do que à televisão, ao rádio, aos jornais impressos ou ao cinema, informou neste sábado a União Internacional de Telecomunicações (UIT).

Em seu relatório "Digital Life 2006", divulgado neste sábado, a organização ligada à ONU reflete as mudanças introduzidas pela tecnologia digital no mundo todo.

Segundo os dados do documento, os menores de 18 anos dedicam aos meios digitais uma média de 14 horas semanais, enquanto reservam 12 horas para a televisão; seis para o rádio e duas para os jornais, revistas e cinema.

Entre os indivíduos na faixa etária entre 18 e 54 anos, os meios digitais absorvem 16 horas; a televisão, cerca de 13; o rádio, oito; os jornais, duas (entre pessoas de 36 a 54 anos esse tempo sobe para três horas); as revistas, outras duas; e o cinema, uma.

A única exceção são os maiores de 55 anos, que ainda dedicam 16 horas à televisão, oito para os meios digitais, sete para o rádio, cinco para os periódicos, três para as revistas e menos de uma para o cinema.

Além disso, as comunicações são progressivamente "mais móveis", já que, enquanto cerca de 125 anos se passaram para que houvesse no mundo mais de um bilhão de linhas telefônicas fixas, foram necessários apenas 21 anos para que houvesse o mesmo número de linhas de telefonia celular.

"O mais espetacular, porém, é que foram necessários apenas mais três anos para somar mais um bilhão de assinantes de linhas de telefone celular, e, em breve, esse número deve chegar aos 3 bilhões", apontou o responsável da Unidade de Política e Estratégia da UIT, Tim Kelly, na apresentação do estudo em Genebra.

domingo, 14 de outubro de 2007

Aplicativos Web 2.0

A cada dia surgem novos aplicativos a serem utilizados diretamente na Internet. A maioria deles utiliza o codinome Web 2.0 para denominar a inovação da Internet.
Dentre estes aplicativos estão: a rede de relacionamentos orkut (http://www.orkut.com), o indexador de links delicious (http://del.icio.us), o portal de vídeos youtube (http://www.youtube.com) entre outros.
Mesmo que você não trabalhe diretamente com internet já deve ter visto ou ouvido falar de alguns desses aplicativos (por exemplo o youtube, que se envolveu em uma briga judicial com a modelo Daniela Cicareli).
A grande vantagem dos aplicativos Web é poderem ser acessados de qualquer computador, ou até mesmo celulares, que tenham acesso a Internet. Alguns podem dizer que não é vantagem pois não são todos os lugares que tem acesso a internet, mas se comparados aos aplicativos “desktops” que só funcionam em uma máquina, os aplicativos Web com qualquer opção de conectividade levam vantagem.
Alguns aplicativos Web 2.0 ainda possuem recursos de integração com aplicativos “desktop” que é o caso do aplicativo que mostraremos logo abaixo.
Moneytrackin é nome de um aplicativo Web 2.0 fantástico para controle financeiro. Ele pode ser acessado através do endereço: http://moneytrackin.com/
Abaixo algumas das funcionalidades:
  • Guarde todas as suas transações (despesas/receitas) e classifique-as com tags para organizá-las melhor.
  • Mantenha-se informado da sua situação financeira numa olhada, vendo a qualquer hora para onde seu dinheiro vai
  • Controle quantas contas/projetos você desejar
  • Transações periódicas
  • Interface AJAX simples com várias melhorias na usabilidade
  • Auto-completar característica de tag nas transações
  • Acessar através de conexão segura (HTTPS)
  • Anonimato, nós respeitamos sua privacidade e não precisamos de nenhum dado pessoal para criar uma nova conta
  • Exportar dados do projeto para um arquivo CSV, pronto para impressão
  • Ferramentas completas para manter facilmente o controle dos seus dados (editar, apagar, etc.)
  • Suporte para 48 países moedas. Os valores são atualizados a cada 6 horas
  • Vários idiomas (Até agora está traduzido em 7 idiomas, inclusive Português)
  • Versão para dispositivo móvel (Celulares, PDAs, Pockets)
  • Importação de dados dos bancos ou outras fontes
Além dos recursos acima, o site Moneytrackin disponibiliza em forma de API’s as funções de acesso a seus dados, caso você queira desenvolver uma aplicação para manipular os seus dados.

sábado, 13 de outubro de 2007

Porque alguns sites dão resultados e outros não?

É cada vez maior o número de organizações insatisfeitas com o resultado de seus sites na internet. Elas parecem surpresas quando descobrem que não adianta pegar o folder da organização e colocá-lo na web como se fosse o site, ou pior ainda, desenvolver um site apenas para “mostrar” que estão na rede mundial de computadores. Outras focam apenas na questão estética (design) de suas páginas e não levam em consideração a funcionalidade e acessibilidade das informações contidas no site. Nem sempre um site desenvolvido com uma tecnologia de última geração como “em flash” (animado) atenderá as necessidades de seus clientes e muito menos lhe trará uma melhor colocação em buscadores.
Entendo que vivemos em um mundo que “aparenta girar mais rápido”, com inúmeros canais de televisão disponíveis a um clique no controle, onde é possível falar com uma pessoa do outro lado do mundo de forma totalmente gratuita através de programas como Skype ou MSN, onde o fax, que foi considerado um grande avanço tecnológico há menos de 10 anos, hoje só é vendido se estiver integrado a uma impressora, escaner ou copiadora. De fato, tudo está acontecendo muito rapidamente nos dias atuais e é preciso equilibrio para não se perder no meio de tanta informação.
Este artigo não tem como objetivo explicar o passo-a-passo para a criação de um site de sucesso, mas pretende demonstrar que um site precisa ir muito além de sua criação para que os resultados apareçam. É preciso buscar parcerias, inserir sistemas, investir em campanhas, enviar e-mail marketing, newsletters, seguir os padrões da W3C (World Wide Web Consortium), obter as estatísticas e relatórios de visitas do site, afinal é preciso entender o que está acontecendo para saber o que deverá ser aprimorado. Enfim, quem busca resultado nunca pode ficar satisfeito com o que foi desenvolvido pois sempre existe algo a ser melhorado ou novas tecnologias a serem implantadas.
Tenho me envolvido pessoalmente no desenvolvimento de vários sites para os mais diversos segmentos. Muitos funcionam como um portal de conteúdos atualizado por seus próprios colaboradores, através de um sistema administrativo, mediante a necessidades momentâneas da empresa. No que se refere a tecnologia, é preciso manter-se informado pois os avanços são constantes e cada vez mais rápidos, por exemplo, até 2006 era necessário habilitar a abertura de um pop-up (janela) ou carregar uma nova página para trazer novas informações a uma página, no entanto, uma nova tecnologia conhecida como AJAX disponibiliza um conjunto de informações dentro da mesma página, sem demora ou a necessidade de se abrir uma nova página. Trata-se de uma metodologia que reune um conjunto de linguagens de programação na aplicação de técnicas diversas. O AJAX é apenas um pequeno detalhe entre vários avanços tecnológicos que temos acompanhado e que podem fazer um grande diferença na interação entre um site e seus usuários. Algo bem recente também é a metodologia conhecida como WebStandards que utiliza tecnologias propostas pelo orgão regulamentador da internet no mundo (W3C). Além de facilitar a manutenção e futuras mudanças de design, a programação em webstandards também torna o site mais acessível permitindo que até mesmo deficientes visuais possam acessar as informações com a utilização de um software de áudio que faz a leitura do conteúdo do site. Um site estruturado desta maneira também é interpretado pelos buscadores pagos ou não (google, achei, yahoo, etc), como um site de maior relevância para sua classificação geral.
O aumento significativo da banda larga e acesso a internet até mesmo por frequências de rádios, facilitou o avanço da Rich Midia. Calma, não fique nervoso caso você nunca tenha ouvido falar neste termo pois com certeza você já viu este tipo de mídia em algum site. Rich Midia é um formato diferente de mídia que une animação com áudio, vídeo e fotografia para uma publicidade de alto impacto. É ideal para chamar atenção do público para um determinado produto, promoção, oferta pois seduz as pessoas a clicarem para saber mais informações sobre os produtos e serviços anunciados. A tecnologia utilizada para obtenção destes recursos é o programa Macromedia Flash, sendo necessária a elaboração de um roteiro completo e a produção de todo o conteúdo, similar a um comercial para a televisão.
Porque as pessoas acessam os bancos através da internet ? A resposta mais sensata seria mencionar que estas pessoas desejam visualizar ou imprimir seus extratos, pagar suas contas, efetuarem transferências, docs e tantas outras facilidades que, em um passado ainda recente, era necessário enfrentar fila no auto-atendimento ou até mesmo nos caixas destes bancos. Da mesma forma, uma empresa interessada em um site voltado para resultados, deverá se perguntar o que ela (a empresa) poderá disponibilizar em seu site a fim de facilitar a vida dos seus clientes (público alvo) ? Por exemplo, uma empresa que atua no segmento de transporte rodoviário pode passar a vender suas passagens online e facilitar a vida de seus clientes. Evidentemente que este exemplo é apenas a “ponta do iceberg” e existem muitas maneiras de facilitar o dia-a-dia de seus clientes através de um site bem planejado. As vezes é preciso investir mais tempo no planejamento de um bom site do que no desenvolvimento propriamente dito.
Esqueça aquele tipo de atitude de querer se inserir na internet solicitando um serviço a um sobrinho ou o filho de um amigo que conhece um pouco sobre o assunto. O ambiente virtual é tão sério quando o real. Exige profissionalismo e conhecimento. Dependendo do seu posicionamento diante do assunto, você pode ter um resultado positivo de bons frutos e incremento do relacionamento com o seu publico ou um resultado negativo de um prejuízo para a imagem da sua organização.
A verdade é que na internet de hoje não basta aparecer, é preciso gerar resultados. Estes resultados são frutos de muito planejamento, experimentações, pesquisas e aprimoramentos até que uma estratégia amadureça e atinja seus objetivos. Portanto, a perseverança se torna peça fundamental na busca por resultados online.

sexta-feira, 12 de outubro de 2007

Telefone pela internet

Para muitos dos usuários de Banda Larga, já é comum a utilização da telefonia pela internet. Este serviço de telefonia é feito pelos comunicadores instantâneos, que além da troca de mensagens, arquivos e outras funções, dá suporte ao bate-papo pela internet. E o melhor: de graça entre os usuários.
É possível também, fazer ligações para telefones convencionais. Mas estas ligações são tarifadas. Os valores são em média, mais baratos, entretanto a instabilidade do serviço é maior do que na telefonia tradicional.
Os maiores portais do Brasil já prestam este tipo de serviço. Veja abaixo um quadro comparativo.
Portal Taxa de adesão Pagamento Tarifa Benefícios
UOL Fone (http://fone.uol.com.br/) Não tem Cartão Pré-pago (Compra com cartões de crédito ou Boleto) R$ 0,14 para qualquer fixo dos EUA ou Brasil. R$ 0,70 para celulares do Brasil
Terra (http://voip.terra.com.br/) R$ 9,90 Cartão Pré-pago (Compra com cartões de crédito, TEF ou Boleto) R$ 0,11 para os EUA. R$ 0,15 para telefones fixos no Brasil. R$ 0,70 para celulares do Brasil 30 dias grátis para testar
IG (http://www.melig.com.br) Não tem Cartão Pré-pago (Compra com cartões de crédito ou TEF) de R$ 0,16 a R$ 0,27 para telefones fixos no Brasil. R$ 0,059 para os EUA. R$ 0,92 para celulares do Brasil
Skype (http://www.skype.com.br/) Não tem Cartão Pré-pago (Compra com cartões de crédito internacional) de R$ 0,152 para telefones fixos no Brasil. R$ 0,138 para os EUA. R$ 0,597 para celulares do Brasil Segundo o site tem 171 milhões de usuários cadastrados
A utilização destes serviços pode ser feita até mesmo com o microfone e as caixas de som. Mas antes de investir em equipamentos, verifique as compatibilidades com a operadora escolhida.

quinta-feira, 11 de outubro de 2007

Internet só é usada por um quinto dos brasileiros

Pouco mais de um quinto (21%) da população brasileira com mais de 10 anos utilizam a internet. Os números foram divulgados ontem pelo IBGE e pelo Comitê Gestor de Internet, com dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílio (PNAD) realizada em 2005. O País ocupa o quarto lugar na América Latina em porcentagem de usuários, atrás de Costa Rica, Guiana Francesa e Uruguai. No mundo, ele está em 62º.

Se comparado ao número total de pessoas que acessam a internet (32,1 milhões), o Brasil é o primeiro na América Latina e o quinto, no mundo. Leia a reportagem completa neste sábado no caderno Economia & Negócios do Estado.

Os números do IBGE mostram a dificuldade de expansão da internet em todo País causada principalmente pela baixa renda da maioria dos brasileiros. Nos Estados Unidos, por exemplo, 73% das pessoas pesquisadas (147 milhões) tem acesso a internet, segundo o instituto Pew Internet & American Life Project. Em outra pesquisa de março, foi revelado que 42% dos americanos têm banda larga
. De acordo com os dados da PNAD, no Brasil, 13,18 milhões de pessoas têm conexão rápida.
 
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